A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 04/10/2021
Como dizia o sociólogo Bauman, vivemos em uma sociedade líquida, ou seja, tudo muda muito rápido e o futuro é incerto. É notório que essa teoria se aplica ao momento vigente da pandemia do Covid-19, uma vez que o índice de desemprego aumentou drasticamente. Diante do exposto, vale considerar formas de diminuir o número de desempregados.
Em uma primeira análise, a fome no Brasil foi de 10 milhões em 2018 para 19 milhões em 2020. Segundo o portal de notícias G1, na cidade de Cuiabá a distribuição de restos de carne feitas por um açougue local está com filas três vezes por semana, e segundo a dona do local, Samara Rodrigues de Oliveira “Tem gente que pega e já come cru, ali mesmo”. Em virtude dos fatos mencionados, infelizmente a falta do que comer atingiu muitas pessoas e quanto mais a situação demora para ser resolvida maior é o desespero dessas vítimas ao ponto de consumir o alimento cru.
Além disso, essa questão da falta de alimentos atingiu muitos indivíduos em âmbito mundial. Para ilustrar, a África que já é um lugar de extrema pobreza em sua maior parte sofreu mais ainda com esse mal do coronavírus, o continente possuía o número de 282 milhões de pessoas com carência de alimentação e os índices subiram para 21% de acordo com os dados levantados pela Unicef. Portanto, deve-se mudar essa realidade em todo o planeta.
Em suma, a fome mundial deve ser mitigada. Cabe ao governo de cada nação junto com a Organização das Nações Unidas aumentar o número de vagas nos cargos públicos e privados para que a taxa de desempregados reduza ou acabe. Também, vale ressaltar a importância da educação, e compete ao Ministério da Educação e Cultura, MEC, melhorar o nível das escolas públicas do mundo e aumentar os números das instituições nos países. Logo, com essas medidas a desnutrição causada nos tempos de pandemia irá ser findada.