A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 16/11/2021
O romance filosófico “Utopia”, escrito pelo o inglês Thomas Morus no século XVI, retrata um civilização perfeita e idealizada, na qual a engrenagem social é desprovida de conflitos e problemas. Tal obra fictícia, mostra-se distante da realidade da sociedade brasileira quando se observa a questão da fome no Brasil. Esse panorama lamentável ocorre não só em razão da desigualdade social, mas também do alto índice do desemprego no país. Desse modo, torna-se fundamental a análise dessa conjuntura para reverter esse quadro.
Deve-se pontuar, de início, que a desigualdade social é de fator determinante para permanência da fome no Brasil. Nesse sentido, a mádistribuição de renda para a população promove a existência dessa realidade absurda no país, onde muitas famílias não têm acesso ao básico para sobrevivência. Essa conjuntura, não permiti que essa população desfrute de direitos indispensáveis como, por exemplo, bem estar, elencado na Carta Magna de 1988, documento jurídico mais importante do país, que garante esse direito aos brasileiros.
Ademais,é fundamental apontar o alto índice de desemprego como impulsionador da fome no país. Segundo pesquisa recente do G1, a falta de emprego aumentou 65% durante a pandemia. Diante disso, muitas famílias que tinha uma renda fixa, acabaram prejudicados pela falta dela. Logo, se vê a necessidade de surgimento empresarial para promover estabilidade financeira para essas pessoas.
Averígua-se, desse modo, que medidas devem ser efetivadas para combater esses obstáculos. Para isso, é fundamental que o Ministério da Economia, por meio de uma organização eficaz, garanta que o Governo federal utilize seus recursos financeiros para promover uma boa distribuição de renda, investindo, por exemplo, em distribuidoras alimentícias grátis para a população, a fim de suprir a fome no país. Assim, concretizara a “Utopia” de Morus na sociedade.