A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 12/11/2021
Com o avanço da Globalização em diferentes áreas, observa-se a dificuldade encontrada em lidar com a insegurança alimentar, situação essa de quem não tem garantia de acesso a quantidades suficientes de comida saudável e nutritiva para seu desenvolvimento normal. Nota-se a insensível relação entre a má distribuição de alimentos e a subnutrição, que decorre o egoísmo pela parte do capitalismo e das faltas de políticas públicas de combate à fome.
Em primeira análise, é notório ressaltar que a má distribuição de alimentos em nosso país, dá-se pela fragilidade da saúde pública. Sob essa óptica, segundo dados constatados pelo IBGE, pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), 1 a cada 20 pessoas sofrem com a Insegurança alimentar, o que pode levar o brasil para o mapa da fome novamente. Dessa forma, constata-se que o ciclo’ da pobreza alimentar está cada vez se perpetuando em nosso cotidiano.
Além disso, evidencia-se que a falta de políticas públicas ao combate a fome é um problema gerado pela escassez de empatia ocasionada pelo capitalismo atual. Desse modo, segundo o Filósofo Voltaire – “Encontrou-se, em boa política, o segredo de fazer morrer de fome aqueles que, cultivando a terra, fazem viver os outros”. Consoante a isso, pelo desprovimento de meios que realmente zelem pelo cuidado e segurança daqueles menos favorecidos sobre tudo pela pobreza alimentar. Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a combater a fome mundial. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Cidadania, oportunizar a rede de alimentação familiar pelo objetivo de aumentar a qualidade de alimentação por meio de ações que incluam bolças alimento e outros que poderá ser fornecido pelos municípios ofertando cestas básicas e outros. Somente assim, o problema gerado pela globalização poderá ser solucionado.