A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 27/10/2021
Na obra “A República”, o filósofo grego Platão idealiza uma cidade livre de desordens e problemas, em que o povo trabalha em conjunto para superar todos os objetivos. Fora da ilustre produção literária, com ênfase na sociedade brasileira hodierna, perceber se o oposto dos ideais de Platão, visto que hodernamente, o número de pessoas que passam fome durante aa pandemia está em ascenção, isso se dá sobre tudo, devido à negligência do estado como a má distribuição de renda.
Em primeira análise, é imperioso ressaltar a ausência de medidas, haja que carecem ao exercer seu poder na garantia dos direitos constitucionais. Isso ocorre devido à falha na aplicação de medidas para erradicar a fome da população que vem sofrendo com as consequências da pandemia como fator principal de perda de empregos. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir a alimentação adequada de todos os seus cidadãos.
Outrossim, é crucial explorar o efeito da má distribuição de renda, que afeta principalmente os trabalhadores rurais que não se obtêm de competir com as grandes máquinas trazidas pelo avanço da tecnologia, fazendo com que come o êxodo rural. Esse aumento da migração para os grandes centros urbanos, faz com que essa população encontre grandes problemas como o acesso à trabalhos remunerados, que faz com que essa parcela da população tem a viver na miséria.
Portanto, é essencial a atuação estatal e social para que tais sejam superados. Assim, o Tribunal de contas da União, deve direcionar capital que, por meio do Ministério da cidadania juntamente com os meios midiáticos, será revertido na manutenção de programas sociais como o Bolsa família, para promover a melhor distribuição de renda no país e programas sociais de alimentação nas ruas para os mais necessitados. Dessa forma, será construída um Brasil mais perto das convicções platônicas.