A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 15/10/2021

-      Em tempos de pandemia a questão da fome vêm se agravando e fica cada vez mais difícil se alimentar direito e ter a segurança de uma boa refeição nas próximas datas, muito por conta do aumento da inflação, moeda baixa, desperdício, grandes taxas de desemprego, a propria doença etc. Logo manifestando desnutrição, problemas de saúde, distúrbios e mais situações que pertubam e trazem perigos principalmente ao nosso País.

-     Ainda que não seja um problema totalmente atual, ele piora hoje! Segundo pesquisa realizada pela Rede Penssan: ‘‘Quase 116,8 milhões de brasileiros não se alimentam como deveriam, com qualidade e em quantidade suficiente.  Desses, 43,4 milhões não contavam com alimentos em quantidade suficiente e 19,1 milhões estavam passando fome, mostrando que a pandemia acelerou o processo que o pais já enfrentava.’’

-      De acordo com Costa, segundo o trecho do www.politize.com.br: ’’ A alta das commodities leva ao impacto do aumento da inflação, com a alta do commodities se privilegio o lucro que o agronegócio pode gerar com a exportação dos produtos em detrimento do mercado interno do pais’’. Nesse sentido é ridiculo, com esse aumento mais a taxa de desemprego subindo em 14,1% fica muito dificil a compra de produtos, e a insegurança de familias só cresce, e a inflação aumenta.

-      Além de a moeda em baixa, segundo a Fundação Getúlio Vargas, divulgado pelo BBC News Brasil: ‘‘É o pior desempenho entre as 30 moedas mais negociadas do mundo junto ao peso argentino.’’ No qual os produtos ficam mais caros ao serem importados ou até tranferidos, afetando o preço para o consumidor final, é tão vergonhoso isso. Os produtores terão rentabilidade maior porém ecoa muito egoista em pandemia.

-      Tendo em vista os argumentos apresentados, é de extrema urgência o Ministério da Agricultura achar ou desenvolver uma lei de uma pressão menor para os preços de alimentos estarem acessíveis. Que o Governo desenvolva programa com mais empregos e mais ações socias atualmente.