A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 15/10/2021

Fome intensa na pandemia.

A pandemia impossibilitou muitas famílias de trabalhar, para ir atrás de seu sustento, consequentemente causou diversos problemas econômicos evidentes, que impactaram outras vertentes. Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Rede Penssam, 116,8 milhões de brasileiros não se alimentam da forma correta ou em quantidade necessária. A relação disto, é que com a quarenta as condições apertaram e a fome intensificou, e ainda mais com o aumento de preço de alimentos básicos, como arroz, feijão e o leite.

É difícil aceitar esse fato, sendo que está escrito na própria constituição que a alimentação é um direito social do brasileiro. Mesmo com todos os programas governamentais, que ajudam na renda de algumas famílias,  ficou complicado combater a crise que a pandemia gerou. Com a criação do auxílio emergencial, que era um valor dado dependendo da família, acarretou em um grande benefício para as pessoas. No entanto, os valores nos supermercados subiram, e uma compra básica começou a ter um preço absurdo.

A desvalorização da moeda real foi um dos motivos para que isso acontecesse, assim também como o aumento gradual da inflação, prejudicando a sociedade no geral. Adicionar 5 itens para uma refeição simples no carrinho, hoje custa em torno de 50 reias. Em vários casos as famílias utilizavam todo o dinheiro do auxílio emergencial apenas para compra do mês, e ainda assim ficavam faltando algumas coisas, ou não sobrava mais nada para ajudar, por exemplo nas contas da residência.

Diante dos fatos apresentados, com a pressão que muitas famílias brasileiras passaram, em estado de vulnerabilidade, as medidas necessárias para resolver é lutar contra a desigualdade estrutural e a pobreza. Neste momento, muitas iniciativas, organizações e projetos foram criados para ajudar. É possível contribuir doando dinheiro ou alimento, se voluntariando, ou até mesmo divulgando, são ótimas opções.