A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 15/10/2021

Sabemos que durante a pandemia o número de famílias passando fome aumentou consideravelmente. Este ano, são 19 milhões de famílias brasileiras que não sabem se no dia vão ter de comer, um relatório de várias agências estima quem cerca de oitocentas e onze milhões de pessoas ao redor do mundo enfrentaram a fome desde o inicio da pândemia.

O agravamento da fome veio por outros inúmeros motivos além da pandêmia, como por exemplo a alta dos preços dos alimentos, como o arroz quem aumentou em 56% e o feijão preto que aumentou em 71%, fazendo com que famílias míseraveis ou desempregadas “optacem” pelo mais barato como o arroz fragmentado e o feijão bandinha. O Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar em Contexto de Covid revelam que 55,2% da população brasileira sofrem com  desigualdade em relação ao direito aos alimentos.

A questão da fome se agrava ainda mais quando se envolve a política e a econômia. Levando em consideração a inflação nos preços dos alimentos,  com a econômia quebrada a questão do auxílio emergêncial foi tirada de quem o necessitava para pagar contas e comprar comida, assim, voltando a alta dos preços, na mesa do pobre não há carne, pois seu preço aumentou em 17,6%, então foram substituidas por ossos, que antes eram usados para sopas, agora aumentaram de preço também.

Contudo, ainda se discute a questão do auxílio emergêncial, que é de extrema importância aos mais pobres, levando em consideração, também, o auxílio minha casa minha vida, que ainda salva algumas famílias da miséria. Fora famílias que se encontram em situação de rua, e que antes recebiam cestas básicas e, agora não mais.