A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 15/10/2021

Em 2011, o Brasil possuía a marca de 16,27 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza, o que consequentemente atraiu junto o índice de fome, ou seja, a população passa fome, e nem sequer possuía uma refeição básica em sua mesa. E exatamente 10 anos depois, essa taxa subiu, com tristes 22% de aumento passando de 16 milhões a 20 milhões de famílias, sem possuírem um pão em suas mesas. Mas sempre se há uma luz no fim do túnel, bem longe, mas que um dia iremos alcançá-la, não só com decisões de governantes, mas sim com a voz e luta popular.

Bem já não é segredo para ninguém, que o mundo está sobre uma “guerra biológica”(termo utilizados popularmente para descrever a situação atualmente enfrentada, em relação à Cepa Generalizada do Covid-19), o que não falta é esforços por parte de nossos especialistas para conter essa praga que deixa buracos cheios de saudades em nossas casas. Mas que também outros tipos de esforços vem sendo feito para combater o que a pandemia trouxe consigo, a variante da fome, portanto milhões de pessoas entraram para essa taxa no último ano.

Porém, o que o Brasil tem de alegria tem de vontade em ajudar, pois, durante a Pandemia do Covid-19 varias ONG(Organização Não Governamentais) surgiram para enfrentar esse problema, e o mais legal é que empresários e cantores famosos se juntaram a causa, tendo alimentos arrecadados por Lives na plataforma de Streaming do YouTube, vários cantores arrecadavam muitas e muitas caixas, e cestas básicas para serem entregues a famílias de classe baixa.

Portanto, os governos têm que dar o primeiro passo, reduzindo taxas de impostos sobre indústrias e comércios, gerando assim mais empregos, possibilidades de trabalhos e qualidade de vida melhor. E ter também salários que atendem a necessidade e a valorização do trabalhador. Junto ao esforço popular para acabar enfim com essa variante mais sofrida da Covid-19, A Fome.