A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 15/10/2021
O agravamento de um cenário presente há muito tempo
Entre 1918 e 1919, a gripe espanhola teve um impacto na economia mundial e gerou muitas mortes pela pobreza e principalmente, pela fome. Isso pode ser semelhante com a pandemia do COVID-19, que acontece nos dias atuais e já deixou muitas pessoas desempregadas e sem dinheiro para ter o que comer, além do aumento de doenças e casos de mortes por causa da falta de alimentos. Assim, a fome na pandemia ampliou a demanda do número de desempregos e de danos para a saúde das pessoas.
Primeiramente, a crise econômica que ocorreu no Brasil por conta do coronavírus agravou a condição financeira de boa parte da população, principalmente dos marginalizados. Com isso, muitos perderam seus empregos e ficaram suscetíveis a fome, já que não tinham dinheiro suficiente para comprar comida. Além disso, o preço dos alimentos subiu nos últimos meses e quebrou as expectativas daqueles que acreditavam que a situação poderia melhorar.
Outro fator existente são as doenças que a falta de alimentos pode causar. Alguns exemplos são desnutrição, redução de atividades físicas, perda de peso e entre outros. Muitas crianças podem até ter seu potencial de aprendizado reduzido. Em casos mais graves, os problemas para a saúde causados pela fome podem levar a morte, já que a maior parte das vítimas não tem condições de ir a um hospital ou comprar remédios, por exemplo.
Portanto, após analisar o cenário da fome na pandemia, é possível concluir que houve um aumento de demissões no mercado de trabalho e de doenças causadas pela pobreza de alimentos. Com isso, é necessário que o Governo e algumas ONGs ofereçam ajuda para essas pessoas, por meio de doações de alimentos, como cestas básicas e de remédios para tratar aqueles em situações mais graves, a fim de que possam sobreviver a crise do COVID-19. Só assim, a questão da fome também presente na gripe espanhola pode ser rompida.