A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 15/10/2021

A fome mundial passou por um agravamento em 2020, devido a crise gerada pelo virus da covid-19.Em audiencia pública da Comissão de Seguridade  Social  e  Família da  Câmara  dos  Deputados, foi mostrado um levantamento monstrando que 19 milhões de brasileiros estão em situação grave em relação ao acesso á alimentação. Com isso, essa situação da fome atinge  principalmente as pessoas de  extrema pobreza,  mulheres, pretas  ou  pardas, e as regiões do Norte e Nordeste

Em primeira análise, a covid-19 imapactou o mundo de forma negativa, aumentando a fome e a pobreza. A porcentagem de pessoas que vivem na extrema pobreza subiu para 9,5% em 2020. Um dos motivos para  esse aumento foi a dependência do trabalho informal e a  diminuição do auxílio emergencial. Dados do IBGE mostra que, 68% dos trabalhores que perderam seu emprego no segundo trimestre de 2020 tinham postos informais, perdendo toltamento o direito  ao FGTS, ao seguro-desemprego, ao acerto pelo tempo trabalhado, ao pagamento de férias e 13º salário. Ademais, o auxilio emergencial teve uma diminuição de 600 reais para 370 reais, depertando a indignação de Claudeilton Luz ,dizendo, “Alimento  como  direito  social,  à  vida  e  à  dignidade  da  pessoa  humana  como centralidade  do  nosso  Estado Democrático”

Além disso, o panorama é pior nas regiões norte e Nordeste, segundo pesquisas a crise atingiu todo o país, mas as desigualdades regionais seguem evidentes. A insegurança  alimentar grave, que afetou 9% da população brasileira como um todo, esteve presente em 18,1% dos lares do Norte e em 13,8% do Nordeste, com isso a fome esta presente em 12% nos domícidios nessas regiões.

Portanto, torna-se evidente que a ONU em parceria com a PNAE devem colocar em prática ações que dimuam a fome e casos de pessoas na linha da pobreza, por meio de trabalhos fixos, cesta básica todo mês para famílias necessitadas de todas as 5 regiões do Brasil, a fim de diminuir o número de pessoas de extrema pobreza e acabar com as desigualdades regionais