A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 15/10/2021
No livro “vidas secas” é retratado através da narrativa a luta enfrentada por uma família de retirantes nordestinos que por decorrência da seca, são obrigados a se realocar de tempos em tempos a áreas menos prejudicadas, por esse fator que vem cada vez mais perpetuando a fome. Não tão distante dessa obra literária a fome na pandemia vem sendo constante na atualidade. Nesse parametro, torna-se fácil associar a atual realidade do corona vírus à falta de oportunidade e inflação no mercado nacional, assim refletindo questões ideólogicas e sociais agravadas durante esse período.
Em primeira análise, evidencia-se que entramos no mapa da fome após o desenvolvimento desse ano pandêmico, trazendo junto a falta de oportunidade e inflação Sob essa ótica, o crescimento exagerado traz o aumento dos preços de bens e serviços, implica a diminuição do poder de compra da moeda, trazendo a desvalorização, segundo o G1 23,2% dos serviços prestados às famílias não havia recuperado as perdas provocadas por essa crise sanitária. Dessa forma, fazendo com que o setor de serviços seja o maior peso na economia brasileira, com isso trazendo uma grande falta de oprtunidade.
Ademais, é notório que o mais agravado nessa crise foi as questões sociais e ideólogicas, podendo admitir a falta de estrutura diante de tudo isso. Desse modo, o aumento quantitativos de desempregados durante esse período é surreal, que por fim foi direcionando para a miséria e lazeira e infelizmente não há plano de governo para que tudo isso mude. Consoante a isso, é necessidade a seguridade social, evidenciando um dever de países subdesenvolvidos.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir “A QUESTÃO DA FOME EM TEMPOS DE PANDEMIA”. Dessa maneira, cabe a regência governamental , fazer um plano de ação, por meio de uma pesquisa geral para beneficiar todos os lados prejudicados, a fim de resolver toda essa tragédia causada pela pandemia. Somente assim, as famílias de classe baixa, seram favorecidas, podendo resgatar “vidas secas” que igualmente aos dias de hoje passavam fome, por não ter um bom plano de desenvolvimento e infraestrutura.