A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 15/10/2021
Não há como negar que as crises da fome mundial vêm acontecendo há tempos, uma pauta importante já apresentada pela ONU, principalmente em países que governo possui uma má administração, como por exemplo, o próprio Brasil, que mantém uma enorme diferença de classes sociais, além do grande índice de pobreza e desemprego. Com a vinda da pandemia do Covid-19 essa problemática apenas agravou-se e o preço dos alimentos e recursos para sobrevivência, aumentou. Falta de empregos, fome e desigualdade social são o que resume a pandemia em países com uma péssima administração no governo.
Em primeiro lugar é necessário ressaltar que, a fome nos países de rendas más orientadas, sempre foi uma realidade presente, entretanto, com a vinda da pandemia, as pessoas receberam a ordem de Lock down, que visa manter-se em casa com intuito de não se expor ao novo vírus, todavia nem todos tiveram a oportunidade segui-la, por necessidade de dinheiro para própria sustentação da família. Foi confirmado que taxa de desemprego elevou-se, principalmente em países, estados e cidades mais pobres, como resultado, muitas famílias não tiveram o que comer, desencadeando diversas doenças causadas pela fome, sofrimento e até óbito.
Ademais, a desnutrição, raquitismo, distúrbio alimentar e anemia são as doenças causadas pela falta de vitaminas e proteínas que uma boa alimentação fornece. Sendo assim, a oportunidade de um atendimento em hospitais, principalmente públicos, para quem sofre com outras doenças, é mínima, pois permanecem cheios com a população internada por conta do vírus. De acordo com o governo brasileiro, foi distribuído um auxilio emergencial de 600 reais para que a população miserável pudesse garantir-se perante a situação de desemprego, contudo, foi uma boa maneira para lidar com os problemas de baixa renda, mas houve uma má condução, onde pessoas de classe média e alta usufruíram o auxilio emergencial, diminuindo a oportunidade de retirar os seiscentos reais daqueles que realmente precisam.
Portanto, a pobreza leva a população de baixa renda escolher entre morrer de fome, em filas de hospitais ou pelo vírus. A falta de um de um governo bem administrado, controlando a situação da pandemia e renda econômica, gera a morte de milhares de habitantes. A autoridade deveria pronunciar-se, incentivar campanhas de vacinação para o Covid-19 e conduzir de forma mais adequada o auxilio emergencial para os necessitados, através da voz do governo que carrega um grande poder sobre a sociedade. A consequência será a diminuição de mortes por fome e doenças, além da sustentação de famílias que não possuem uma boa renda para sobreviver, principalmente durante a pandemia.