A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 15/10/2021
Durante a pandemia muitos trabalhadores tiveram suas rendas diminuídas ou zeradas, principalmente autônomos e informais. A pandemia intensificou as áreas de abandono governamental, assim como as regiões norte e nordeste do país, esses locais foram abandonadas há muito tempo e houve a tentativa de denúncia com o livro “O Quinze” de Rachel de Queiroz que retrata a seca de 1915 e a vida sem assistência governamental do sertanejo.
Como durante a pandemia foi declarada o fechamento de atividades não essenciais, trabalhadores autônomos e informais acabaram perdendo suas rendas. Durante esse momento houve a distribuição do auxílio emergencial, porém com a alta de alimentos, água, energia e gás o valor cedido pelo governo foi inferior ao necessário para complementar a renda muitas famílias, que tiveram que alterar a alimentação, implicando na perda de vitaminas e minerais necessários para a formação de uma criança. Segundo a endocrinologista Andressa Heimbecher uma má alimentação infantil pode gerar diabetes tipo dois.
Logo, segundo o IBGE as regiões mais pobres são as rurais, todavia tentativas de visibilidade nordista do modernismo não foram suficientes. através de dados da Oxfam de 2017 a renda era de 1500 a 1650, pouco mais de um salário mínimo, o que dificulta na alimentação básica. Entre outras características o clima de caatinga também intensifica a fome. Além da pandemia a seca e o desmatamento intensifica a falta de alimentos e de água.
Em suma, a importância do assistencialismo por, através de propostas de integração, como campanha de alimentação, de doação de roupas e de dinheiro feitas por ONGs e pelo governo auxilia uma vida melhor com segurança alimentar. Com divulgação em todas as mídias digitais com o objetivo de atrair pessoas que necessitam de auxílio por, através de propagandas com linguagem simples.