A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 28/10/2021

Promulagada pela a Organização das Nações Unidas, em 1948, os Direitos Humanos garantem a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, no Brasil, há uma parcela da população que não desfruta dessas prerrogativas na prática. Nesse sentido, vale salientar as principais afirmações sobre a questão da fome durante a pandemia do coronavírus e uma possível solução para a problemática.

Em primeira análise, é importante ressaltar a negligência do Governo como principal responsável desse problema. Segundo Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, exista um equilíbrio na sociedade. Conquanto, a realidade é justamente o oposto, o resultado se reflete na sociedade, com o comércio fechado por conta do isolamento social, inflação e desemprego em alta, prejudicando esses indivíduos.

Outrossim, vale destacar os elevados números de pessoas na extrema pobreza. Segundo o site Globo 1, a pandemia deixa 19 milhões de seres humanos com fome no país. Além disso, com o auxílio emergencial, pago pelo poder público, no valor menor que o da cesta básica, a miséria persiste, afetando a qualidade de vida dessas pessoas, que passam necesidades, nessa situação precária.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para a solidficação de políticas públicas para a construção de um mundo melhor. Dessa forma, o Estado, por meio do Ministério da Economia, deve investir na criação de um programa social, auxílio no combate a fome, através do Banco do Brasil, registrando essas pessoas de extrema pobreza, pagando um valor fixo de oitocentos reais durante a pandemia, para que esses indivíduos possam se alimentar, diminuindo a desigualdade social do país, Em adição, com o intuito de melhorar  a qualidade de vida desses cidadãos para que voltem aos seus estilos de vida, como trabalhar e estudar. Desse modo, a teoria constiucioanl da ONU estará mais próxima da prática efetiva.