A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 01/11/2021

A constituição universal dos direitos humanos, promulgada em 1948, assegura a todos os cidadãos o direito à saúde e alimentação, tendo uma vida digna. Sob essa ótica, não é uma realidade, pois durante tempos de pandemia o índice de desemprego subiu e os impostos em cima dos alimentos também, aumentando o número de famílias sem ter acesso ao básico e ao necessário. Portanto, o aumento da desnutrição nas partes mais pobres das cidades e a má qualidade de vida enfrentada por pessoas de classe baixa , são fatores a serem discutidos.

Diante desse cenário, é comprovado que uma boa alimentação, rica em vitaminas e proteína, é essencial para o desenvolvimento dos indivíduos e para a sua saúde, em um modo geral. Dessa forma, caso não há uma boa alimentação, a probabilidade de desenvolver doenças e, em casos mais graves, como a morte, são altas, por este motivo tem-se a necessidade de todos os cidadãos terem  acesso aos alimentos que compõem uma boa  nutrição.

Além disso, o livro A rainha vermelha, uma distopia, demonstra uma sociadade estratificada, na qual famílias passam fome, não possuem uma moradia adequada, e não são permitidos a desfrutar de uma vida de qualidade. Desse modo, tendo em vista que uma grande parcela da população sofre com a desigualdade social, dentro da realidade atual, essa má qualidade de vida, distribuição desigual dos alimentos e monetária trazem questões sociais muito importantes na sociedade contemporânea.

Em suma, a má distribuição de renda, sendo ela concentrada em pequenos grupos, tem destaque em tempos de pandemia, tendo em vista que, para reorganizar a sociedade igualitariamente, o Governo deveria intervir na econômia, impondo um preço fixo para determinados produtos, por meio de decretos governamentais, e fazer empréstimos para a população, com a finalidade de criarem empresas, gerando emprego e lucro para a população, Dessa forma, a mobilidade social deixaria de ser tão baixa.