A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 11/11/2021

Em 1929, acontecia a grande depressão ou crise de 1929, data marcada pela quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, que teve como consequência o aumento drástico do desemprego e da fome nos Estados Unidos. Assim, como no passado dos estadunidenses, a sociedade brasileira passa por um desafio semelhante em tempos de pandemia: o aumento da fome, que se dá não só pelo desamparo Estatal com os cidadãos afetados, mas também pelas demissões em massa ocorridas durante a pandemia que atingiu diversos setores da economia.

Primeiramente, é válido ressaltar o importante papel que o poder público tem em relação ao controle das sequelas da Covid-19 na sociedade. Dessa maneira, ao não prestar a assistência necessária as pessoas que tiveram suas fontes de renda parcialmente ou completamente afetadas, o Governo fere o contrato social proposto por Thomas Hobbes, onde o indivíduo abdica da sua plena liberdade e a concede a um poder centralizado, em prol de alcançar o bem estar social para todos.

Além disso, as medidas restritivas que foram necessárias no combate a proliferação do virus afetaram diretamente os mais diversos setores da economia. Por isso, pequenas e grandes empresas reduziram seus quadros de funcionarios, e muitas dessas pessoas entraram para a estatística da fome no Brasil, devido a dificuldade de reinserção no mercado de trabalho durante a crise. Sendo assim, necessária a rápida atuação do poder público para reverter os problemas citados que afetam milhões de brasileiros.

Conclui-se que, a fim de reduzir a quantidade de brasileiros que estão no mapa da fome, faz-se necessária a atuação do Ministério da Economia introduzindo e aumentando ainda mais programas sociais de renda básica para todos os cidadãos necessitados. Além disso, é preciso oferecer incentivos fiscais principalemente para pequenos negócios com o intuito de fomentar a economia e a geração de empregos, contribuindo assim para a redução da fome no país e dando uma qualidade de vida digna a todos.