A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 15/11/2021
Com a Revolução Industrial, nasceu uma nova classe social denominada operariado. Nesse período, as condições de vida eram péssimas, as pessoas trabalhavam 18 horas por dia e passavam fome. Atualmente, com a pandemia, houve um crescimento no número de cidadãos em situação precária, devido ao desemprego e à desigualdade social.
Primeiramente, vale destacar que a taxa de indivíduos demitidos de seus empregos aumentaram durante a pandemia. Com isso, as pessoas estão sem uma fonte de renda ou com uma renda muito baixa para não passar fome. Porém, a Constituição Brasileira de 1988 exige que todos os humanos tenham direito ao trabalho, que no caso, esta lei não está sendo cumprida. Dessa maneira, a taxa de pessoas passando fome aumentam. Outro fator muito importante é a desigualdade social que vem aumentando cada vez mais. Assim, famílias em situação precária, continuaram ou pioraram a condição de vida. Entretanto, esse fator vai contra os direitos humanos que garantem aos seres saúde, educação, e moradia, prejudicando assim a extinção da desigualdade social e da taxa alta de cidadãos passando fome.
Nesse contexto, para que o desemprego e desigualdade social diminuam, o governo, órgão responsável de garantir a saúde para todos os indivíduos, deverá ajudar as pessoas necessitadas, por meio de cestas básicas e aumento na taxa de empregados. Desse modo, a fome no Brasil diminui. E o Estado junto com a mídia, deverá diminuir a desigualdade social, por meio de campanhas de doações para indivíduos em situação precária. Dessa forma, o país se torna mais igualitário.