A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 18/11/2021

De acordo com a Constituição Federativa do Brasil de 1988, são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação. Nessa perspectiva, é interessante observar que todos por igualdade obtêm o direito a alimentação. Faz-se necessário portanto, que a fome em tempos de pandemia, foi um agravamento dramático mundial em 2020, causando mortes e doenças, de acordo como IBGE.

Sob esse viés, é notório que a negligência do Poder Público é um grave problema. Nessa perspectiva, como diz o filósofo Hebert José de Sousa, “Quem tem fome tem pressa”, para exemplificar a cegueira ética do homem moderno, ou seja, a passividade das pessoas frente aos impasses enfrentados pelo próximo. De acordo com o IBGE, média que 84,9 milhoes de pessoas sofrem alguma dificuldade para aquisição á comida, 10,3 milhões de pessoas enfrentam a fome como rotina, com uma falta constante de alimento.

Além disso, uma grande parcela da população se mostra alienada. O vírus da COVID-19, deixou marcas de extrema pobreza e fome. Em um ocorrido na cidade de Fortaleza(CE), indivíduos recolhem comidas estragadas do caminhão de lixo para alimentar sua família. Em uma fala de um dos indivíduos que estava presente nesse ato, ele afirma, “Eu pego frutas e carne, eu escaldo, eu como e minhas filhas comem danone vencido também”. Isso são os 84,9% de pessoas que sofrem de fome em tempos de pandemia.

Portanto, é necessário que haja uma intervenção diante desse cenário. Destarte, o Governo Federal, responsável por administrar o povo e os interesses públicos, por meio de verbas governamentais destinadas á pasta, deve ação. Essa ação será realizada com intuito de promover  a tese geral do tema, para que a sociedade não naturalize a alienação que permeia. Dessa maneira, o Brasil se tornará a nação da ordem e do progresso.