A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 24/11/2021
Em muitas partes do mundo, essa pandemia causou graves recessões econômicas e interrompeu o acesso das pessoas aos alimentos. No entanto, mesmo antes da pandemia, a fome estava se espalhando e o progresso no combate á desnutrição diminuiu. Em países afetados por conflitos, condições meteorológicas extremas ou outras crises econômicas, ou lutando contra altos níveis de desigualdade, esta situação é ainda mais grave - todos os quais são identificados no relatório como os principais determinantes da insegurança alimentar, e esses fatores interagem entre sua influencia.
Desde o início da pandemia, o arroz ficu 56% mais caro e o preço do feijão preto aummentou 71%. A saída para muitos brasileiros tem sido os grãos de segunda linha, como arroz fragmentado e feijão bandinha, que vem quebrados e com mais impureza.
O estudo apontou que a pandemia tem causado o agravamento de um problema que já vem ocorrendo há algum tempo. A situação é pior no meio rural e nas Regiões Norte e Nordeste, mas como demonstrou Ana Maria Segall, representante da Rede Brasileira de Pesquisa em Segurança Alimentar e Soberana (Rede Penssan), a crise de saúde espalhou a fome pelo país.
Medidas precisam ser tomadas para amenizar o impasse. Portanto, garantir o direito á alimentação das famílias mais pobres é responsabilidade da governança; segundo a Pesquisa Nacional de Segurança Alimentar, mais a metade dos brasileiros estão sob risco de fome, por isso é muito importante obter o apoio das autoridades governamentais importante na luta contra a pobreza.