A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 27/11/2021
Segundo a atriz cineasta Angelina Jolie ´´O mundo precisa de atitudes não de opiniões. Opinião nenhuma mata a fome ou cura doença``. Nesse sentido,a precária falta de atenção e atitude tem feito milhões de pessoas sofrer no Brasil. Ademais, a fome e a desigualdade social que já se fazia presente no país aumentou gradativamente nesse momento catastrófico de pandemia. Desse modo, torna-se necessário analisar uma possível solução da problemática.
Primeiramente, vê-se que grande parte das famílias brasileiras de baixa renda andam nutrindo de uma pessíma alimentação pela ausência de condições á compra de alimentos para o consumo. De acordo, com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2018 á 2020 a quantidade de cidadãos passando fome cresceu em 8,8 milhões devido a pandemia. Contudo, o auxílio emergencial disponibilizado pelo governo não foi o suficiente com o aumento dos preços e da inflação. Logo, a taxa de desemprego expandiu e milhares de indivíduos ficaram desempregados por conta do lockdown.
Outrossim, é válido ressaltar que conforme o filósofo Karl Marx ´´A desvalorização do mundo humano aumenta em proporção direta com a valorização do mundo das coisas``. Portanto, a representação pela alta concentração de renda e riqueza da minoria , está no fato de haver pessoas em estado crítico de insegurança alimentar. Com base nisso, a fome é um retrato da desigualdade social,por isso,é necessário tomar medidas cabíveis de combate ao problema.
Depreende-se, portanto, uma intervenção á fim de mitigar a questão temática. No entanto, compete ao Governo Federal, como instância máxima da administração executiva, advir tais práticas de investimento em políticas públicas e campanhas de influência a solidariedade,assim,por meio de pontos a acesso público de vale refeições e cestas básicas destinado as pessoas que se encontram em extrema pobreza. Tendo assim, a finalidade de minimizar a questão alimentar no país em tempos de epidemia.