A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 23/11/2021
O filme “O Poço” retrata a vida de pessoas em prisões que só tem direito a comer dos restos que sobraram da refeição do outro, onde estão dispostos a fazer de tudo para se alimentarem. Assim como na ficção, a fome é algo que predomina na vida de muitos e a pandemia se tornou um grande motivo para desestabilizar a população e levou famílias a passarem necessidades. Diante dessa perspectiva, soluções precisam ser colocadas em prática a fim de melhorar e evitar que a problemática se agrave.
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 3,3 milhões de brasileiros perderam o emprego com a chegada da pandemia e alguns dos trabalhadores se alimentavam nas empresas, variando de café da manhã até jantar. Uma suposição para esse número ter sido tão alto é a de que as empresas já não tinham mais demanda de produtos e perdia-se a necessidade de muitos funcionários contratados.
Vale ressaltar que os preços dos alimentos subiram em 21% durante a pandemia e famílias passaram a não ter condições de pagar um valor bem maior do que antes, comprando cada vez menos e ocasionando em economia de comida dentro de suas casas. Além de que não é possível viver sem comer corretamente e isso ocasiona em problemas relacionados à saúde, como a desnutrição devido a falta de nutrientes que estão presente nos alimentos, ou a anorexia que é o peso anormalmente baixo.
Desse modo, a solução mais viável acaba sendo o auxílio emergencial que varia de 150 à 375 reais. A quantia ajuda a comprar alguns dos alimentos essenciais para dentro de casa e diminui uma pequena parte dos índices de fome. Porém, os mercados juntamente com o Ministério do Desenvolvimento Social, poderiam fazer parcerias e oferecerem cestas básicas para toda a população que necessitasse.