A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 22/11/2021

A fome cresceu muito por causa da pandemia, este assunto é muito falado no Brasil pois com a fome menos pessoas trabalham, outra coisa que ajudou isso foi o crescimento populacional segundo Thomas Malthus, economista inglês, elaborou no século XIX, uma teoria que afirmava que a produção de alimentos no mundo crescia de forma aritmética, enquanto o aumento da população se dava de forma geométrica o que resultaria em fome e miséria. A fome deve ser discutida.

A pandemia afetou muitos pois com a questão do distanciamento social muitos não conseguiam trabalhar ou ficaram desempregados e com isso não podiam comprar comida e após disso podiam ficar doentes. Um dos exemplos usados no vídeo de base uma senhora precisou pegar restos de comida no lixo para poder alimentar os seus filhos, isso é algo que não pode ocorrer o governo precisa intervir. Ademais, a negligência do Poder Público frente a essa situação é indubitável. A Constituição Federal assegura a todos os brasileiros o direito à alimentação. Entretanto, há uma discrepância entre a realidade excludente vivida por uma parcela significativa da população, e o que defende esse instrumento jurídico. Embora vários programas sociais criados pelo governo, a exemplo o bolsa família e fome zero, tenham atenuado esse triste cenário, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 13 milhões de pessoas passam fome no país, o que confirma que a problemática precisa ser resolvida. A fome está relacionada principalmente aos trabalhadores rurais, moradores de rua e também das periferias, são pessoas que sofrem uma grande exclusão por parte da sociedade e o baixo nível de escolaridade é um fator inegável no que diz respeito às oportunidades de emprego. Com isso, torna-se ainda mais preciso garantir acesso a educação de qualidade para todos os cidadãos. O aumento de investimentos destinados a esta área e uma política de apoio a agricultura familiar são fundamentais para garantir um trabalho remunerado àqueles que sofrem com a escassez de alimentos, mas é imprescindível que também ocorra a manutenção de programas sociais como o Bolsa Família para promover uma melhor distribuição de renda no país. Frente aos desafios enfrentados pelos brasileiros no que tange a fome e a desigualdade social, faz-se necessário, portanto, que o Poder Legislativo aprove projetos de leis que viabilizem benefícios fiscais para empresas migrarem para regiões com maiores índices de pobreza, de modo a disponibilizar empregos para pessoas carentes da região e minimizar as desigualdades. Outrossim, é preciso que o Governo Federal disponibilize maiores subsídios para que o Ministério Público fortaleça os programas sociais já existentes, seja pelo aumento de bolsas, seja pela distribuição de cestas básicas, a fim de cumprir seu dever constitucional e promover dignidade e cidadania para todos.