A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 24/11/2021

A pandemia da COVID-19 chegou inesperadamente seespalhando pelo mundo todo. Sua chegada gerou fechamento de comércios, por conseguinte, fazendo parte da população perderem os empregos, causando também o difícil acesso aos alimentos, em virtude do lockdown nas cidades.

Ainda no começo da pandemia, no Brasil, o preço dos alimentos aumentou em 15% de acordo com o IBGE, por consequência da recorrente exportação de alimentos que o Brasil faz, diferente dos outros países que seguraram o estoque de seus produtos, outrossim com auxílio emergencial de 600 reais, fazendo com que pouca ferta para muita demanda, causasse o aumento dos preços dos produtos alimentícios brasileiros.

Embora o impacto da pandemia não esteja totalmente mapeado e confimado, de acordo com o Estado da Insegurança Alimentar e Nutrição no Mundo (SOFI), 811 milhões de pessoas estavam subalimentadas em 2020. O número indica que deve se tomar decisões rapidamente, para o mundo cumprir a promessa de que a questão da fome irá desagravar em 2030.

Dessa forma, não basta a pessoa apenas fazer doações para cidadãos que estão precisando de comida em momentos momentâneos, mas sim ajdar cada vez mais famílias que estão precisando sobreviver em situação permanente, de tal forma que, o governo implante políticas públicas, além de oferecer aos agricultores amplo acesso contra riscos climáticos, como também, os pais e responsáveis protegerem as crianças do impacto negativo do grande marketing alimentar, portanto, ajudando o mundo a amenizar o impacto da fome na sociedade que a pandemia agravou.