A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 24/11/2021

Em muitas partes do mundo, com a pandemia houve o agravamento da fome. Aonde muitas das pessoas que se encontravam em estado de pobreza alimenticia, passaram a ter cada vez mais a incerteza de alimentarem-se novamente. Tendo apenas no Brasil um aumento gradativo de 9 milhões de pessoas em estado de fome, desde o inicio do período pandemico.

Em decorrência a isso, observa-se como uma das diversas causas, o desemprego, o qual também houve um grande aumento na pandemia, que assim em função a quarentena levaram a muitas empresas a fecharem as portas, diminuindo assim a obtenção de renda utilizada também para a compra de alimentos. Também tem se como causa o aumento exorbitante dos preços dos alimentos, como o do arroz que desde o inicio da pandemia do COVID-19, teve um aumento de 56% no valor, em decorrência a diminuição da produção agrícola, devido ao restrimento comercial, que fez com que o valor de determinados alimentos subisse exageradamente, dificultando a compra em resultância ao baixo salario populacional.

Por conseguinte, tem se como consequência da elevação da fome em tempos de pandemia, o adoecemento da população e a morte prematura, devido a baixa imunidade e a falta da prática de atividades físicas, repercutindo assim por gerações. Assim como também a retardamento do desenvolvimento tanto físico quanto mental, que repercutirão para as habilidades cognitivas, desde a infância, na diminuição do crescimento e no desempenho escolar, até a fase adulta onde as dificuldades devido a subnutrição tendem a apresentar-se na realização de trabalho braçal, quanto na resistência em condições de trabalhos.

Dessa forma, é levado-se acreditar que para o solucionamento da fome exacerbada da população tanto mundial quanto em território nacional, faz-se necessário um maior incentivo para a doação e realização de distribuição de cestas básicas para pessoas de baixa renda, por ONG’s de arrecadação, além de uma diminuição contínua da taxa de impostos em alimentos, pelo Congresso Nacional, e o aumento do valor dos auxílios emergênciais, que contribruirá para a obtenção de renda que não apenas será destinado ao âmbito alimentício mas que contribuirá para todas as áreas. Visando assim diminuira taxa de fome e insegurança alimentar.