A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 23/11/2021

“Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.” frase dita por Mahatma Gandhi, que representa os tempos atuais, onde o tempo de fome e complicações financeiras reina em quase o mundo todo e grande parte dela sendo ignorada pelos cidadãos de alta classe.

Dados expõem que cerca de dezenove milhões de brasileiros acordam atualmente sem nem mesmo ter noção se irão conseguir ter ao menos uma refeição ao dia. Outros dados mostram que há cerca de dois anos atrás, eram 10 milhões, praticamente a metade. Algo chocante sobre a fome no Brasil apresentado em uma reportagem para o Fantástico: distribuição de pedaços de ossos com retalhos de carne tem formado filas, ou seja, pessoas que vivem na miséria acabam procurando de se alimentar de ossos por não terem condições de se alimentar com qualquer outra coisa.

Outra coisa importante a ser destacada é sobre os preços dos alimentos básicos para a pátria brasileira. Desde o prefácio da pandemia, o arroz (um alimento que está no prato de grande parte dos brasileiros) ficou 56% mais caro, assim como o preço do feijão preto que aumentou drásticamente em 71%. A saída para muitos brasileiros sem uma boa renda tem sido os grãos de segunda linha, como arroz fragmentado e feijão bandinha, que junto ao pacote vem quebrados e com algumas impurezas.

A solução para tal problema seria o desenvolvimento de programas para ajudar as famílias carentes de todo o Brasil, como por exemplo o auxílio emergencial que foi distribuído para os brasileiros de baixa renda. Além disso, talvez a intervensão do governo sob o preço dos alimentos básicos seria de grande ajuda a patria brasileira.