A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 24/11/2021
O cantor Luan Santana em sua música “Panela Cheia” faz uma crítica à fome, onde nela ele cita que “quem passa fome passa a não sonhar.” Trazendo isso para a situação atual da pandemia, diversos nutricionistas e outros profissionais da saúde disseram que a fome acaba afetando a propagação da doença, pois o sistema imunológico fica baixo onde está propicio a diversas doenças incluindo a covid-19. A questão da fome em tempos de pandemia tem sido um desafio em todo o mundo, pois o preço dos alimentos básicos aumentou absurdamente. Portanto as pessoas precisavam escolher entre se alimentar ou pagar contas para ter uma moradia com saneamento básico. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências de tal postura negligente para as sociedades.
Pode-se mencionar que, segundo estudos, em 2020, foram cerda de 720 milhões e 811 milhões de pessoas que passaram fome em todo o mundo. Em razão da pandemia, no ano passado, segundo pesquisas, foram mais de 118 milhões de pessoas que passaram fome no Brasil. Só o preço do arroz aumentou 56% e o do feijão 71%, dificultando a vida de milhares de pessoas. Com essa pandemia também balançou a economia fazendo os salários diminuirem e pessoas ficarem desempregadas, e sem emprego as pessoas não tem dinheiro para pagar pelo seu alimento, o que acaba gerando a imunidade baixa e o risco maior de morte e contágio da doença.
Ademais, esse fator que os nutricionistas apresentaram, acabam acarretando problemas não somente para as pessoas de baixa renda ou com necessidades, mas todos em um geral. Pois essa doença ela é transmitida por um toque, um espirro e até mesmo um aperto de mão, se a pessoa tem uma imunidade baixa por conta da má alimentação ela acaba tanto contraindo quanto transmitindo o vírus e isso é prejudicial para o controle da pandemia.
Em resumo, a questão da fome em meio a pandemia só aumentou a quantidade de pessoas, pois sempre existiram milhares de pessoas passando por necessidades. Diante dos fatos apresentados podemos concluir que para uma melhora nesse número de pessoas que passam fome, o governo poderia distrubuir cestas básicas com alimentos e kits de higiêne paras os cidadãos, de maneira que não só quem tem filhos em escolas estaduais ou municipais tenham acesso as cestas básicas que o governo disponibiliza para eles somente. Mas sim há todos que estão passando por dificuldades nesse momento tão delicado no Brasil e em todo o mundo.