A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 24/11/2021
Uma obra “O Quinze” da escritora Raquel de Queiroz ilustra um dos maiores problemas sofridos por ser humano: a fome. Contudo, essa situação se agravou após o ocorrer da pandemia, que vem afetando muito mais a população, devido às desigualdades econômicas e a falta de recursos de auxílio para essas pessoas que passam em um tempo de vírus. Portanto, as medidas devem ser avaliadas para uma solução de tal problema decorrente aos tempos atuais.
É indubitável que um dos fatores contribuidores para a persistência da fome na pandemia é a falta de equiparação econômica. Segundo o FMI, o Brasil se encontra em 74o lugar do ranking de 140 países com mais qualidade de recursos econômicos, mas após o ocorrido que afetou diversas pessoas, ele caiu para 76. Partindo desse pressuposto, é visível a associação da queda de indicadores como renda com a falta de acesso a comida presente nos tempos atuais. Por isso, com uma epidemia, a fome virou uma questão gravíssima que envolve os recursos econômicos e sociais prejudicando seu acesso. Consequentemente, diversos problemas sociais tem surgido, como o preconceito da população presente na sociedade quando se deparam com pessoas que não possuem uma economia financeira suficiente para poder comer, tornando-se mais fácil de serem atingidas pelo vírus.
Além disso, outro aspecto relacionado à fome no tempo atual é a má distribuição de alimentos. Um exemplo disso é a motivação da Revolução Verde, cuja proposta era finalizar com a problemática da escassez de alimentos. Todavia, esse fato não auxiliou na distribuição homogênea e ainda acarretou no agravamento na fome em vários países, inclusive no Brasil. É perceptível que tal problema se agravou após uma pandemia, com a má organização do governo. Como consequência disso, as pessoas foram atingidas com a fome extrema e a falta de recursos para tratar este problema, que somado à epidemia, causou pobreza e morte.
Portanto, para que haja um melhor acesso econômico dos problemas atuais, o Ministério da Cidadania deve investir na não marginalização dessas pessoas, por meio de incentivos a melhorias de renda como investimentos em emprego e educação, como também atendimento hospitalar de boa qualidade. Ademais, cabe ao governo junto ao Ministério da Cidadania por meio de ONGs, criar programas que auxiliem na distribuição de alimentos por meio de doações por cooperativas alimentícias a fim de melhorar a distribuição. Por conseguinte, com tais atitudes é possível que as hipóteses antigas como do livro O Quinze não se perpetuem.