A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 24/11/2021

A fome já é um problema bastante conhecido mundialmente e de difícil resolução. Na novela ‘‘Avenida Brasil’’, os atores retratam adultos e crianças morando em um lixão com péssimas condições de vida, onde passam fome. A pandemia foi um acontecimento que agravou significativamente esse fator, afetando famílias que antes mesmo nunca haviam passado por situação parecida.

Uma das principais justificativas para essa icógnita persistente na sociedade é a má distribuição de renda, onde poucos recebem muito e muitos recebem pouco e dessa forma é gerado um acúmulo de riqueza excessiva nas mãos daqueles que não precisam de tudo aquilo para sobreviver.

De acordo com a Unicef, cerca de 660 milhões de pessoas passam fome, e 30 milhões delas podem estar relacionadas aos efeitos gerados pela pandemia. Apesar desse agravante ser considerado um momento difícil por todos, ainda tem aqueles que não se solidarizam e frequentemente aumentam os preços de alimentos básicos como arroz e feijão, e uma coisa que não acompanha esses aumentos são os salários dos trabalhadores, o que acaba por interferir nas despesas mensais.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome é o responsável por cuidar desse problema e erradicá-lo. Eles poderiam aumentar o número de distribuição de cestas básicas filtrando aqueles que mais necessitam, investir em campanhas de incentivo a ajuda ao próximo e por fim multar estabelecimentos que elevam absurdamente o preço dos alimentos facilitando o acesso de todas as classes sem pesar no bolso. Todos tem o direito a alimentação ainda mais em tempos de pandemia, onde todos estão sujeitos a diversas fragilidades.