A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 24/11/2021

Pesquisas feitas pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Estima-se que, no final de 2020, 55,2% dos domicílios brasileiros (os correspondentes 116,8 milhões de pessoas) vivam com grau de insegurança alimentar e 9% deles sofreram insegurança alimentar grave nos primeiros três meses. . O período de coleta foi realizado em dezembro de 2020 e envolveu 2.180 domicílios. Segundo os pesquisadores, os 19 milhões de brasileiros encontrados na nova pandemia do coronavírus estão morrendo de fome, o dobro do número registrado em 2009 e voltando ao nível observado em 2004.

A crise sanitária aumentou mais a fome, sendo assim maior é a insegurança alimentar e mais proibitivo o custo de alimentações saudáveis para seus cidadãos, crise econômica que nasceu dela atingiu em cheio as pessoas que já se encontram em situações de vulnerabilidade, além das que tinham fontes de renda informais.

A falta de alimentos em quantidade e qualidade nutricional suficiente pode causar danos ao sistema nervoso, problemas de saúde mental, diminuição do desempenho acadêmico, diabetes, obesidade, pressão alta e as crianças são mais suscetíveis a infecções como Covid-19.

Entretanto o governo e o ministério do desenvolvimento social e combate à fome (MDS), é importante Usar programas de apoio em espécie ou dinheiro para mitigar os efeitos de choques pandêmicos ou flutuações nos preços dos alimentos; eliminar a pobreza e a estrutural desigualdade.