A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 07/01/2022

Em 2022, com a pandemia do coronavírus iniciada em 2019, é possível ressaltar que o valor dos alimentos e a porcentagem de desempregados aumentaram. Tendo em vista esses fatores, está explícito a  evidência da difilcudade de acesso por parte da população brasileira a uma alimentação adequada, expondo o país à dura realidade da fome.

A obra Quarto de Despejo de Carolina Maria de Jesus, retrata o cotidiano de uma mãe brasileira e periférica, que luta todos os dias contra a fome e a insegurança alimentar. Algo que narra o dia à dia de muitos brasileiros durante a pandemia, já que o preço dos alimentos aumentaram, como por exemplo, o arroz em 51% e o feijão preto em 71%, além disso segundo a ONG Gerando Falcões , o número de pessoas em situação de rua durante a pandemia aumentou drasticamente.

Segundo o UOL, o Brasil soma recorde de 14,8 milhões de desempregados em meio à crise da pandemia. Sendo assim, vivemos em uma sociedade capitalista, onde é necessário emprego e consecutivamente dinheiro para a sobrevivência, ou seja,  com o agravamento da economia durante o cenário pandêmico diversas famílias e pessoas ficaram sem emprego e renda , com isso os índices dos casos de fome aumentaram, mostrando o descaso governamental em relação a esses problemas.

Desse modo, com o aumento do valor dos alimentos e desempregos, está nítido que o governo, conhecido como o conjunto dos órgãos directores de um Estado, que expressa o poder estatal através da ordem jurídica, deve intervir nesses problemas para evitar à fome. Os governantes deveriam fazer campanhas de arrecadações de alimentos, em redes sociais, praças públicas e escolas,  investir na indústria nacional para que o número de empregos aumentem, atitudes necessárias para que a fome e insegurança alimentar não persistam na vida da população.