A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 17/01/2022

Atualmente, cerca de 19 milhões de brasileiros não sabem se vão conseguir ter uma refeição ao dia. Antes da Pandemia do Covid-19 os números da situação da Fome já haviam aumentado. Todavia, a insegurança alimentar se agravou a partir de 2020 impusionado pelo aumento dos preços dos alimentos e pela alavancagem do desemprego.

O plano de ação global, firmado nos anos 2000, denominado Agenda 2030, foi criado com o objetivo de erradicar a Fome no mundo até 2030. Porém, estudos dos últimos 10 anos já demonstravam avanço considerável nos números de desnutrição, alavancados por conflitos políticos, condições climáticas, recessões econômicas. Esse avanço da situação degradante foi pior após a deflgração da Pandemia global do Corona Vírus. Em função da medidas restritivas de locomoção, muitos negócios não sobreviveram, por conseguinte, o desemprego aumentou. Além disso, a diminuição da produção e distribuição alimentar provocou aumento de preços, somado ao fato do aumento vertiginoso de custo do petróleo.

Ato contínuo, a Alimentação é um direito social do brasileiro, incluído na Constituição em 2010. Nesse sentido, foi criado o auxílio emergencial para fornecer ajuda financeira à população vulnerável. Todavia, os cerca de 40 milhões de brasileiros atendidos pela ajuda governamental, cujo fim se deu em dezembro de 202, ficaram desamparados haja visa que o antigo benefício Bolsa Família, substituído pelo Auxílio Brasil, atende apenas cerca de 14 milhões de pessoas.

Nesse diapasão, é preciso combater a causa da Fome, ou seja, o desemprego. É necessário que o Poder Público crie meios para gerar Incentivos fiscais de modo a possibilitar instalação de novas empresas que gerem empregos diretos em quantidade considerável. Ademais, é preciso apoiar o microempreendedor, bem como facilitar o acesso a cursos profissionalizantes. Portanto, a geração de emprego é o modo duradouro de garantir uma vida digna.