A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 17/01/2022

Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, os indivíduos são iguais em dignidade e direitos. No entanto, tal premissa não é verificada na realidade mundial, uma vez que muitos dos mais pobres estão famintos por causa dos efeitos da pandemia. Com isso, para compreender os motivos de tal desgraça, é essencial considerar alguns tópicos: o desemprego e a falta de suporte do Estado.

Ademais, diz-se que o “lockdown” somente causa benefícios. Entretanto, é possível afirmar que as medidas protetivas em combate ao vírus têm causado o desemprego. De fato, é relatado nas mídias que muitos estabelecimentos como as escolas privadas fecharam. Assim, muitos funcionários ficaram sem emprego. Logo, se não há trabalho, não há renda. Por sua vez, se não há dinheiro não há comida.

Por essa razão, é de dever do governo nacional prover comida para os cidadãos. Realmente, como o renomado físico Isaac Newton disse: “Todo corpo permanece parado ou em movimento a menos que uma força seja aplicada nele”. Em outras palavras, não há como diminuir a quantidade daqueles que sentem fome, caso nada for feito para que as vítimas dessa situação deplorável comam.

Logo, após a exposição dos argumentos, conclui-se que o aumento do desemprego provocado pela pandemia é um dos motivos para tamanha fome. Assim, é necessário que o governo apoie a população faminta. Por isso, sugere-se um projeto organizado pelo Estado de nome “Prato cheio” que contará com a ajuda de empregados públicos, os quais a cada dez dias, distribuirão em pontos fixos uma cesta básica para todos os adultos desempregados. No entanto, dependendo do tamanho da família, a quantidade de cestas distribuídas aumentará. Dessa forma, será possível ter a asseguração de que todos os cidadãos estão comendo. Só então que a questão da fome na pandemia será minimizada.