A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 25/01/2022
Nos primeiros momentos de pandemia, as pessoas fecharam seus estabelecimentos, com isso juntos como consequências: as pessoas travaram seus trabalhos, as pessoas que fecharam tanto para abrir um negócio e uma empresa própria para ganhar dinheiro ou seu sonho teve que fechar as portas.
Muitas pessoas que precisavam de dinheiro pra sobreviverem perderam seus empregos fazendo com que isso suas famílias ficassem com dificuldades, como aluguel da casa pra pagar, comida pra comprar e contas pra pagar. Mas o que eles mais não conseguiam era comprar comida, porque no tempo de isolamento , os preços das foram aumentando como o arroz que aumentou 56% e o feijão preto 71% que eram os que pessoas mais precisavam pra comer.
A pandemia agravou o problema da fome em todo país, o pior foi na área rural e nas regiões norte e nordeste , já na região sul e sudeste , teriam em torno de 50% das famílias em situação de insegurança, mas só 53% tinham garantia de alimentos e uma insegurança grave de 6% , mais de 10% moderada e grave . Tem pessoas que ficaram desempregadas que tem três ou mais filhos, ficaram dependentes da bolsa família de apenas R$ 260 para alimentar seus filhos, mas nem sempre essa quantia de dinheiro para alimentos para todos da família. Em 2020 foi quando a fome aumentou, mais da metade das pessoas decididas na Ásia (em torno de 418 milhões) de pessoas, mais de um terço na África (em torno de 282 milhões) de pessoas e já na América Latina e no Caribe, a crise da fome foram bem menores (em torno de 60 milhões) de pessoas, mais foi na África onde a fome foi mais que o dobro.
No ano de 2021 as coisas foram voltando ao normal , as pessoas voltaram com suas rotinas normalmente , algumas delas que perderam seus empregos conseguiram outros até melhor que o de antes da pandemia , fazendo assim as pessoas consigam comprar comida , fazendo as mães ficarem menos preocupadas com a alimentação de seus filhos.