A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 02/02/2022

O filósofo Sartre diz que o homem é livre responsável e que, por isso, cabe a ele escolher seu modo de agir. Dessa forma, com o avanço do sistema capitalista, recai sobre o mesmo a preocupação com a desigualdade causada em momentos de crise. Logo, o avanço da desnutrição e problemas de saúde no Brasil se mostram ainda mais alarmantes na contemporaneidade.

Sob tal análise, é necessário salientar que fatores relevantes fazem parte da estrutura de tal problema. Dentre eles, podemos citar a imprudência com os menos favorecidos e a escassez de projetos com o objetivo de fornecer condições básicas, como a alimentação à população mais carente. Há inúmeras pesquisas que destacam os avanços da fome e pobreza no Brasil nos últimos tempos. Há cerca de 9 milhões de brasileiros em situação grave em relação à falta de mantimentos, mediante ao disposto na audiência da Câmara dos Deputados.

Além disso, mais motivadores geram incontáveis efeitos na vida dos cidadãos do país. A falta de uma boa alimentação gera uma grande problemática na saúde, como a má-nutrição, causando inúmeras interferências na rotina dos afetados.

Portanto, é de extrema urgência o apoio de organizações no combate de tal dificuldade. A escolha feita por empresas em ajudar os menos favorecidos, empregando mão de obra em projetos que não exijam formação acadêmica, como cultivo de seringueira, demostra-se imprescindível para ajudar na criação de uma maior renda familiar. É notório também, o papel fundamental na CNDC (Conselho Nacional dos Direitos Humanos), disponibilizar por meio de doações, alimentos básicos para as famílias mais carentes, em vista de que, perante ao art. 5º da Constituição Federal, todos possuem o direito de viverem forma digna, o que implica, naturalmente, na necessidade de acesso a alimentação.