A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 10/02/2022
Em análise da frase do sociólogo, Azygmunt Bauman, “não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a ela”, pode-se entender que: o que o sociedade faz em tempos de crise é o que faz o mundo evoluir. Assim, a pandemia do coronavirus tras à nação uma nova forma de descuberta de evoluçaõ frente as crises que nela se encontam. Nesse sentido tem-se a quedra abrupta das distribuições de alimentos aos mercados e o aumento do desemprego de forma descontrolada, aumentando as taxas de fome que sempre assolaram o mundo.
Seguramente, em uma pandemia mundial, é evidente que nesta escala alguns setores sofram baixas como o agricula e o industrial. Desse modo os mercados são, tambem abalados por ser o destino final ate a caas de seus consimidores. tal fato leva ao aumento do preço pela escassez de produtos nas prateleiras.
Não obstante, a surpresa de uma crise mundial, fez com que as empresas demitissem, em grandes niveis, seus empregados, deixando-os em situação vúlneravel, pois em casos tão repentinos é difícil que haja uma poupança para a ocasião. logo, a população desempregada, está em constante luta para saber quais contas deixar ou não de pagar no final do mês.
dessa forma, conclui-se que com a pandemia os preços de meercado aumentaram bruscamente por conta dos setores primarios e secundarios estarem e crise, que em condiçoes de altas taixas de desemprego faz com que, estes, não tenham dinheiro no final do mes para as compras de mercado. dessa fora, ONG´s, como por exemplo a “Banco de Alimentos” do Brasil que pega produtos que não são mais adeuqados para estarem em prateleiras mas que continuam em condiçoes de consumo e distruibuem em areas de maior necessidade, podem fazer com que o movimento creça em ambito internacional e façam com que mais pessoas possam ajudar em tal tarefa para que as taxas de fome em certo nivel abaixem e que proporcionem para as familias uma refeição digna todos os dias