A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 30/03/2022

Desde o surgimento do homem, a busca por alimentos é de suma importância para a sua sobrevivência. Com o passar dos anos, a forma de esforço pela comida mudou drasticamente e de maneira positiva. Todavia, com as novas mudanças do cenário mundial, esse quadro fica cada dia mais laborioso, visto que a questão da fome em tempos de pandemia converteu-se em um grande desafio. Neste viés, torna-se lícito considerar a menor quantidade de empregos e o individualismo.

No primeiro momento, vale destacar a baixa quantidade de vagas de trabalho no país. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a pandemia, 20 estados brasileiros possuem recorde de desemprego. Esta situação possui relação direta com a subnutrição no território verde e amarelo, já que a falta de ofício carrega consigo diversas consequências, como a falta de poder de compra (em especial de provisões). Dessarte, o surto de coronavírus causou aumento de pessoas inativas e por conseguinte a subalimentação.

Outrossim, é urgente salientar a desigualdade social e o egoísmo hodierno. O filme “o poço” demonstra a falta de união entre as classes para combater as diferenças sociais, uma vez que o banquete é servido apenas ao primeiro andar, que passa suas sobras aos próximos e assim sucessivamente. Isto posto, devido ao luxo dos andares iniciais, os últimos ficam de estômagos vazios, ainda que a comida servida fosse suficiente a todos. Esse panorama da obra traz a tona o problema de insegurança alimentar na pandemia, dado que no Brasil a distribuição dos recursos ficou ainda mais desbalanceada.

Com o propósito de encontrar caminhos para a situação da questão da fome em tempos de pandemia, é imperativo que sociedade e Estado atuem em sinergia. Este, como Superministério da Justiça (setor do trabalho), deve aumentar a geração de empregos no país, por meio do aumento de cargos públicos (a nível municipal) com a finalidade de gerar renda aos cidadãos mais humildes, para que não lhes falte alimentos. Aquela, mediante população mais rica, deve destinar o seu imposto de renda para os programas sociais do governo, a fim de expandir o número de beneficiários e, assim como a proposta anterior, ocasionar melhores condições financeiras e alimentares aos desfavorecidos.