A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 02/04/2022

A falta de comida na mesa das pessoas na pandemia

O quadro expressionista “O grito”, do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de milhares de indivíduos assolados pela fome em tempos de pandemia é, amiudadamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Nesse viés, torna-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governamental e os efeitos de tal situação causados pela forma de não poder comprar um prato de comida.A princípio, é imperioso notar que a indiligência do Estado potencializa a falta de alimento nas casas causados pela pandemia devido o impedimento de ir trabalhar.

Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades, e do governo para impedir esse tipo de fome na casa das pessoas essa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.

Outrossim, é igualmente preciso apontar a forma de não poder comprar um prato de comida como outro fator que contribui para a manutenção do problema e o financeiro da pessoa que está passando fome. Portanto isso se dá pela falta de ir trabalhar pra ter um renda que sustente a sua família, porém em meio à pandemia ele não pode sair de casa.

Conclui-se ,à importância de combater a questão da fome em meio à pandemia ,e

Pra isso é necessário criar campanhas instrucionais por meio das mídias de grande alcance,para que o sujeito seja ajudado segundo suas próprias necessidades,e assim a fome em tempos de pandemia não seja um problema na contemporaneidade.