A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 20/05/2022
A Constituição Federal de 1988 garante à população uma sociedade igualitária. Porém, hodiernamente, no Brasil, tal garantia não se mostra realidade, existindo pessoas vivendo em situações de extrema fome nessa pandemia. Nesse contexto, visando saídas, é válida a análise das causas desse impasse, como uma precária estrutura, além da negligência governamental.
Diante desse cenário, é necessário salientar que fatores relevantes fazem parte da estrutura de tal problema.Acerca disso, é oportuno retomar os conceitos da Teoria Reformista, os quais pressupõem que a problemática da inanição está relacionada com a distribuição seletiva dos bens alimentícios. Dentre eles, podemos citar a imprudência com os menos favorecidos e a escassez de projetos com o intuito de fornecer condições básicas, como alimentação.
Ademais, a omissão do Estado quanto à fome extrema no Brasil é preocupante. Nesse âmbito, de acordo com o Contrato Social proposto pelo contratualista John Locke, é dever do Estado garantir o bem-estar social. Todavia, no Brasil hodierno, tal dever não se mostra realidade, seja pela falta de invesimentos na população, demonstrando a negligência estatal quanto à quantidade de pessoas em situações precárias de vida. Assim, é intolerável que pessoas vivam na extrema pobreza e fome por conta da omissão do Estado, sendo necessárias medidas para reverter essa situação.
Dessarte, o Ministério do Desenvolvimento Social, em associação ao Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio de investimentos, como a compra de alimentos, além da divulgações de campanhas, deve garantir à população os mesmo direitos. Tal ação tem o fito de assegurar que todos possam ter chances de se alimentar e, assim, tirando as pessoas da situação de fome extrema. Com isso, o garantido na Constituição será garantido com excelência.