A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 17/06/2022

Embora o efeito da pandemia tenha causado desastre na saúde e feinanceiramente, as pessoas que ficaram sem emprego durante a pandemia foram as mais afetadas em pauta a alimentação, segundo o site AgênciaBrasil, cerda de 19 milhões de cidadãos brasileiros enfrentaram a fome ou passaram por algum grau de insengurança alimentar no ano passado. O número sugere que será nessesário um esforço para aperfeiçoar a fome em relação as pessoas que estão sem alimentos, além disso, devemos destacar a instabilidade política.

É relevante abordar, primeiramente, que a fome no Brasil iniciou no século XVII no período colonial. Apesar de todos os avanços técnicos e cientifico no campo de produção alimentar, o mundo ainda vivencia a problemática da fome resultantes de um modelo econômico e social, segundo o relatório da ONU, com a chegada da covid-19 em 2020 a fome ultrapassou o crescimento populacional, estima-se que

cerca de 9,9% da pessoas foram afetadas. O alastramento da fome no Brasil é reflexo na defasagem na cobertura e nos valores do Bolsa Família, tornando assim,

um dos fatores para a fome.

Além disso, a má administração dos recursos públicos e a injusta estrutura fundiária, que impossibilitam o acesso dos trabalhadores aos meios de produção e concentram as terras nas mãos de poucos. Ademais, as próprias causas naturais, como clima, desastres ambientais, pragas e inundações, são responsáveis por acentuar o problema da fome no Brasil, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. As políticas públicas de combate à fome e pobreza não devem, portanto, se restringir a compensar os efeitos de um modelo econômico concentrador. Deve-se romper com a artificial separação das áreas econômica e social.

Fica claro, portanto, que as políticas de promoção da segurança alimentar devem ser pensadas como parte de um projeto alternativo de desenvolvimento, que tenha como eixo central a promoção de um crescente processo de inclusão social. Então, o Governo deve repensar projetos sociais a curto prazo, reformulando antigas iniciativas, como o Fome Zero e o Bolsa Família, além de, a longo prazo, pensar em outras maneiras de distribuição de renda e reforma agrária.