A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 11/07/2022
Segundo a Agenda 2030, que é um projeto de ações para o enfratamento dos impecilhos mundiais, coordenados pela ONU, o segundo objetivo visa acabar com a fome, que é um problema recorrente de muitas famílias brasileiras. Na pandemia esse quadro se agravou, devido a alta inflação dos preços dos alimentos, desemprego, deficiência na distribuição de alimentos, e também por questões políticas e econômicas.
A população brasileira, em época de pandemia, ficou vulnerável a diversas situações, como a fome e a pobreza. Cerca de 45% da população brasileira não enfrentam obstáculos no direito a alimentação, segundo dados do Inquérito Nacional. Tal fato implica na condição de grande parte da população não terem o acesso igualitário na distribuição dos alimentos.
Desse modo, vale ressaltar a âusencia de medidas governamentais para combater a fome. Em vista disso, durante a pandemia, o governo criou o auxílio emergencial, em 2020 e 2021, como um benefício para ajudar as pessoas que se enquadravam em baixa renda e que tiveram os proventos afetados pela pandemia. Contudo, o amparo fornecido pelo governo, foi válido por um curto prazo, e a fome é um problema contínuo, o que não foi suficiente para erradicá-la. Logo, são necessárias medidas para que esse cenário não permaneça.
Portanto, é indispensável que se combata esse obstáculo. Assim sendo, cabe ao Ministério da Cidadania, que prevê o direito a alimentação, por meio de projetos de distribuições de alimentos em locais de fácil acesso, como praças públicas, e também, a promoção de conscientização da população brasileira para diminuir o desperdício. Portanto, colocar em prática as medidas citadas contribuirá para que a sociedade possuam direitos igualitários na distribuição de alimentos, de modo a eliminar a fome no Brasil.