A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 28/07/2022

Samira Rodrigues de Oliveira, uma açougueira de Cuiabá a 10 anos, faz doações de ossos com retalhos de carne para famílias mais pobres, e com a pandemia causada pelo covid-19, o número de pessoas cresceu drasticamente. Na sequência, é dever governamental combater a fome no Brasil, proporcionando aos cidadãos mais carente auxílio assistencial, como: ajuda humanitária e combate à pobreza.

Em primeira análise, nota-se a ausência do governo no embate a fome no país, já que milhares de cidadãos brasileiros vivem grande escassez de alimentos, ademais, com aumento significativo do preço da cesta básica, dificultou bastante para a população mais pobre conseguirem suprir suas necessidades do dia a dia. Diante desse raciocínio, é evidente a incapacidade das autoridades executivas de exercer sua função na sociedade, contudo, desprende-se a importância da compatibilidade do salário mínimo em relação aumento dos preços, para que haja um equilíbrio social e econômico.

Outrossim, evidencia-se o constante aumento da pobreza no Brasil em relação ao ano de 2020, sendo que mais 10 milhões de cidadãos brasileiros estão tendo dificuldades ao acesso à alimentação, segundo o Levantamento da Sociedade Civil Organizada, através dessa ideia, nota-se a importância de se combater a fome e escassez de alimentos, por essa razão, é fundamental que haja participação governamental, com intuito de proporcionar aos mais pobres ajuda humanitária e solidária, para que pessoas menos favorecidas tem o direito de se alimentar.

Enfim, são necessárias medidas para midigar o impasse. Para tanto, é dever da governança proporcionar às famílias mais carentes o direito aos alimentos; de acordo com o inquérito Nacional sobre Segurança Alimentar, mais de ½ dos cidadãos brasileiros correm risco de passar fome, por isso, é importante o apoio das autoridades governamentais no embate a pobreza.