A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 23/09/2022
A Grande Fome ocorrida no século XIV foi um perído na Europa marcado por diversas crises sociais, acarretando em fome e caos. Nesse sentido, a insegurança alimentar sempre assolou a humanidade, na qual agrava- se ainda mais com conflitos e pandemias. No Brasil é perceptível que a pandemia de covid-19 gerou diversos problemas que ocasionam à carência alimentícia, entre eles o aumento do desemprego e o crescimento da inflação.
Em primeiro plano nota-se que acontece por causa da crise econômica do país, que agravou-se após o vírus. Segundo o IBGE em 2022 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) 10,1 milhões de pessoas estão desempregadas. Desse modo, diversos brasileiros perderam seus empregos após empresas fecharem, demitirem funcionários para corte de custos e além de que o confinamento prejudicou na contratação, por causa do baixo movimento nas cidades e dos motivos anteriores. Portanto sem uma renda, famílias passam a não ter a sua devida nutrição.
Nesse contexto ainda ocorre a inflação, aumentando os preços dos produtos o que dificulta para as pessoas necessitadas. A Lei nº 11.346 de 2006 cita o dever do Estado de investir em ações e políticas para o acesso à alimentação, no entanto apesar da lei, ainda há poucos indivíduos que recebem esse direito, tendo de muitas vezes recorrer a ossos de animais ou até mesmo restos para sustentarem-se, com possíveis riscos à saúde ao serem consumidos, como bactérias causadoras de infecções.
Logo pode-se concluir que os problemas econômicos afetam diretamente essa questão. Então para diminuir a gravidade da situação é necessário que o poder executivo juntamente com ONGS (Organizações Não Governamentais) faça a lei ser cumprida com a finalidade de distribuir mais alimentos para as classes mais humildes, através de campanhas por todas as regiões e aumentar o número de espaços que distribuem-os para alcançar uma população maior. Ademais a respeito de desemprego, o Ministério do Trabalho e Providência deveriam auxiliar pessoas simples à buscarem profissionalização por meio de cursos gratuitos e de fáceis disponibilidade, com o efeito de participarem do mercado de trabalho.