A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 22/09/2022

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) defende que, todos os indivíduos possuem direito à alimentação. No entanto, no cenário pandêmico atual brasileiro observa-se o contrário no que tange ao crescente número de pessoas necessitadas de alimento. Sendo assim, cabe análisar a omissão estatal e a desigualdade social como principais pilares da problemática.

Em primeira análise, é notório que a inércia governamental é um fator determinante para a persistência do ploblema. Segundo Thomas Hobbies, o estado é o principal responsável por proporcionar o bem-estar dos cidadãos. Entretanto, tal premissa não está sendo exercida no que se diz respeito ao alto indíce de pessoas desempregadas e vítimas da fome, visto que, por vezes, o governo não assegura, aos povos que sofrem determinada dificuldade, políticas públicas que venham suprir tais necessidades, o que ocasiona uma gama de fatores, como por exemplo a desnutrição e o óbito. Assim, a paralização governamental impede que o bem-estar dos indivíduos sejam usufruídos.

Ademais, é evidente que o desequilíbrio social influí fortemente para a persistência da problemática. Segundo João Carlos, o problema da desigualdade social não é a falta de dinheiro para muitos, e sim o excesso nas mãos de poucos. De fato, essa grande desproporção monetária é obervada no precário cenário das ruas, em que um grande número de pessoas são obrigadas a adquirirem seu meio de subsistência nas lixeiras, buscando sobras de alimentos disperdiçados pela classe média alta. Desse modo, é urgente que essa desigualdade seja suprida para a questão ser superada.

Em suma, é necessário que medidas sejam tomadas para a erradicação da fome durante o surto pandêmico. Portanto, é preciso que o governo federal em parceria com Ministério da Cidadania, por meio de invesimentos em um plano nacional, promova aumento salarial significativo e empregos para serem distribuídos a essas pessoas que sofrem determinada dificuldade, com a finalidade de diminuir o índice de fome na pandemia. Tal ação deve contar ainda com a distribuição de cestas básicas. Paralelamente, urge intervir sobre o desequilíbrio social presente na temática. Dessa forma, a constituíção poderá ser exercida corretamente.