A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 26/10/2022
Devido à pandemia global e à necessidade de isolamento social, o desemprego aumentou muito e, infelizmente, o preço dos alimentos também, consequentemente, a fome subiu gradualmente. A desigualdade é um dos principais motivos, portanto, o governo deve criar alternativas para a população ter acesso aos alimentos de qualidade.
Em primeiro lugar deve-se atentar sobre dados publicados pelo página de notcías G1, que antes da pandemia, estimava-se que aproximadamente 760 milhões de pessoas eram afetadas pela fome, após o isolamento, esse número cresceu para 2,3 bilhões. É importante citar também que muitos indivíduos passam por insegurança alimentar, que é quando não se tem acesso aos alimentos de qualidade e/ou quantidade suficiente.
Naturalmente, a falta de acesso aos alimentos de excelência e quantia suficiente pode gerar muitos problemas, principalmente na fase de desenvolvimento. Durante toda a vida, a alimentação de qualidade é importante para evitar problemas, como desnutrição, anemia e etc.
A questão da fome em tempos de pandemia pode se relacionar à desigualdade social e ao desperdicío, pois enquanto algumas pessoas enfrentam filas para conseguir se alimentar com osso cru, como informa a reportagem “Fila para conseguir doação de ossos é flagrante da luta de familias brasileiras contra a fome”
do Fantástico, 1/3 do que é produzido no mundo é descartado em boas condições
de consumo.
Portanto, podemos concluir que antes da pandemia já existia a fome, após ao isolamento, o problema só se agravou. Sendo assim, é dever do Estado oferecer uma alimentação de qualidade para todos os cidadãos, implementando leis contra o desperdiço, seja distribuindo os alimentos de boa qualidade que seriam descartados, assim, diminuindo o descarte e a fome e também deveria, executar projetos para reduzir o abismo da desigualdade social.