A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 07/06/2024

A Constituição Federal promulgada em 1988, prevê o direito ao acesso equitativo à uma segurança e qualidade alimentar, contudo, falhas que precarizam essa temática são recorrentes quando relacionados a aspectos étnicos, sociais e econômicos.

Muito se discute a importância da Saúde se você verificações na sociedade mundial, tal aspecto que sofreu um colapso quando relacionado a pandemia da covid-19 que desestabilizou inúmeras famílias, tornando-as isentas ou mitigando seu acesso à qualidade de vida e saúde. Dados revelam a Ásia como o continente que mais sofreu com a fome, apontando 418 milhões de pessoas como alvo, ressaltando que, apesar de ser um país com alto investimento na área da agricultura, sofreu significativamente. Ademais, a África possui números exorbitantes de pessoas em situação de insegurança alimentar com 282 milhões de cidadãos, fator esse caracterizado pela carência do continente em investimento na economia e cuidados básicos com a saúde e qualidade de vida comum todo.

Além disso, as famílias mais afetadas são as compostas principalmente por mulheres chefe de família, pretas ou pardas e que realizam trabalho informal. Esse viés sofre grande influência sob a taxa de escolaridade baseado em uma escassez da economia e pouca importância sob sua alimentação, assim aumentando a fome e minimizando a saúde.

Sob essa ótica, portanto, atos para maximizar o acesso à alimentação deverão ser enaltecidos. Campanhas de combate à fome deverão ser disseminadas mundialmente pela presidência de cada país. Iniciativas solidárias de grandes empresas alimentícias darão visibilidade e auxílio à famílias carentes, ademais, o governo através do Ministério da Cidadania prestará suporte à famílias necessitadas com parcelas significativas de verba com afinco na mitigação do crescimento da fome.