A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 11/06/2021

A Declaração Universal Dos Direitos Humanos criada pela Organização das Nações Unidas - ONU- garante a alimentação como direito de todo cidadão. No entanto, no Brasil, infelizmente a fome a qual atinge uma parte considerável da população não obedece essa prerrogativa. Tal fato, lamentavelmente, atinge minorias sociais que por conta da desigualdade social, muitas vezes, não possuem dinheiro para serviços básicos, como a alimentação adequada. Com isso, um grande problema é criado.

Em primeira análise, vale destacar que a fome no país atinge de maneira geral pessoas mais humildes. Sob esse prisma, segundo o IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- mais de 7 milhões de pessoas sofrem com esse mal dentro da nação. Nessa óptica, conforme o site G1, o Índice de Gini coloca o Brasil como uma das repúblicas mais desiguais do mundo. Nessa conjuntura, desastrosamente, há pessoas que não dispõem de recursos para comer, o que vai de encontro com a Declaração dos Direitos Humanos - documento internacional- e a Constituição Federal em seu artigo 6 que torna fundamental o direito a alimentação. Dessa forma, cabe ao Ministério do Desenvolvimento Social-MDS- atenuar o dilema.

Outrossim, a questão da fome representa um retrocesso para o Brasil. Isso é, pessoas que não conseguem os valores diários para sobreviver e em alguns casos podem desenvolver certas doenças decorrentes da baixa alimentação a exemplo disso, a anemia. Nesse aspecto, o termo em inglês ‘‘Pyschic Numbing’’ é entendido como uma banalização de determinados acontecimentos quando eles atingem uma maioria. Em outras palavras, o fato de um número absurdo de membros sofrem do mal fez  com que a situação torna-se  ‘‘comum’’. Dessa maneira, cabe ao Estado garantir a alimentação.

Destarte, é fundamental o combate a fome. Para isso, o MDS- uma vez que a sua função é garantir o bem-estar social- deve atuar na criação de programas de distribuição de renda para pessoas pobres. Com a finalidade da redução dos 7 bilhões de pessoas com fome no país. Ele atuaria por meio de uma consulta socioeconômica para garantir que apenas pessoas necessitadas consigam. Além disso, o Ministério da Saúde oferecerá nutricionistas na rede pública para garantir uma dieta equilibrada e saudável.