A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 05/09/2021
“Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas”. Com base nessa máxima do insígne sociólogo Zygmunt Bauman, depreende-se a possibilidade de, a partir de metodos eficazes, superar os desafios que impedem a erradicação da fome no território brasileiro, responssáveis por configurar uma conjuntura desafiadora. É preciso discutir, pois, de que modo a má distribuição de renda e a ineficiência do Poder público corroboram para essa questão.
Em primeiro lugar, é preciso pontuar que a má distribuição de renda é um fator que impulsiona a problemática. Nesse contexto, cabe ressaltar que a população brasileira é historicamente desigual, fato que se perpertua até os dias atuais, visto que o Estado brasileiro está entre os mais desiguais do planeta segundo o índice de Gini- indicador que mede as desigualdades dos países-. Desse modo, grande parte da população não possui condições de obter recursos necessários para uma alimentação digna. Assim, enquanto medidas não forem tomadas no intuito de amenizar as desigualdades sociaIs, a fome encontrará terra fértio no Brasil.
Ademais, a morosidade do Estado em criar meios que minimize a questão da fome no território nacional, fomenta o revés. Sob essa pespectiva, ao analisar a Constituição cidadã de 1988, depreende-se que é dever do Estado prover os cidadãos depossuidos das necessidades básicas, porém a realidade desvia-se da teoria, visto que, segundo relatório da FAO- organizações da naçoes unidas- parte da população brasileira vivi na miséria, deixando de comer ou diminuindo a quantidade de alimento. Dessarte, é imprescindível possibilitar aos despossuidos o acesso à alimentação digna.
Diante do exporto, é necessário que haja uma reção para que mude esse cenário maléfico. Portanto, o Poder Executivo deve criar meios que possibilitem o acesso à recursos financeiros à população marginalizadas, através de empregos. Para isso, deve-se incentivar a indústria e o comércio com facilidades de créditos e inseção de impostos afim de gerar novos postos de trabalho. Também, o Ministério da educação deve aumentar o números de escolas técnicas no intuito de qualificar os desalentados para que sejam absorvidos como trabalhadores qualificados pelas empresas. Desse modo, será possível reduzir a questão da fome no Brasil.