A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 02/08/2021

Na obra “quarto de  despejo”, de caráter biográfico, da autora Carolina Maria de Jesus a mesma descreve sua rotina como uma mulher favelada e dentre seus escritos a mesma expõe diversas vezes a sua relação com a fome e o desespero ao pensar no que dar de comer aos filhos. Infelizmente, mesmo tendo-se passado décadas deste o lançamento do livro, a fome continua presente na vida de muitos brasileiros, seja por causa da falta de recursos financeiros, seja pelo descaso  governamental. O que acaba fazendo a insegurança alimentar ser uma realidade para muitos compatriotas.

Em primeiro lugar, cabe destacar que no ano de 2014 o Brasil saiu do mapa da fome, porém, a partir do ano de 2017 e do advento de gestões de centro-direita, a fome voltou a ser uma realidade para a população. Como se não bastasse tal sofrimentocom o advento da pandemia provocada pelo SARS-Cov-2, popurlamente conhecido como covid 19, diversoso brasileiros que já estavam ganhando pouco perderam seus empregos, passando a conviver diariamente com a fome.

Além disso a falta de politicas públicas  em prol de ajudar a combater a população mais necessitada é um grande problema, visto que, além da falta de programas de apoio, como uma ampliação do bolsa família, pequenos produtores rurais vem cada dia mais perdendo o apoio governamental oque acaba gerando uma menor oferta de alimentos com preço acessível nos mercadinhos oque faz o vazio na messa do povo aumentar.

Diante do exposto, fica visível que medidas devem ser tomadas a fim de se combater a fome no Brasil. Seja com a criação de programas de distribuição  de alimentos para a população, como foi feito pela prefeitura de Belo Horizonte,  que durante a pandemia da Covid-19 utilizou o dinheiro da merenda, já que as escolas estavam fechadas, para distribuir cestas básicas para os estudantes da rede munícipal e desta forma evitar a subnutrição dos estudantes belorizontinos, pórem a nível nacional, Seja com a adoção de medidas de apoio a agricultura famíliar como a criação de imprestimos com uma taxa de juros mais baixa pelo ministério da economia a fim de  que com os estimulos certos os produtos cheguem com preço satisfatório e acessível ao consumidor final para que dessa forma cada vez menos brasileiros tenham q conviver com a fome