A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 21/06/2021
Promulgado pela ONU, em1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, a questão da fome no Brasil impossibilita que parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Diante do exposto, vale analisar os fatores que favorecem o quadro.
A saúde é um dos principais fatores para o desenvolvimento de um país. Sendo, atualmente, subdesenvolvido seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de políticas sociais eficientes para as necessidades do povo brasileiro. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o reflexo desse contraste está claramente refletido na falta de preparo do governo diante da desigualdade social promovida pela falta de equidade durante a distribuição de renda. Segundo documento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) “Mais de 7 milhões de pessoas convivem com a fome no Brasil. A pesquisa mais recente, publicada em 2014, constatou ainda que, em 2,1 milhões de domicílios, pelo menos uma pessoa passou um dia inteiro sem comer pela falta de dinheiro para comprar comida”.
Vale, ainda, salientar a inflação econômica como impulsionador do problema visando a desvalorização das notas do real brasileiro e o aumento do número de desemprego. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações políticas, sociais e econômicas é característica da “modernidade líquida” vivenciada pelo século XXI. É inadimissível acreditar que em um país, como o Basil, dispondo de materias primas abundantes e tratados comerciais ainda tem problemas sociais tão sérios como a fome e a pobreza.
Portanto, indubitavelmente, medidas devem ser tomadas. O ministério da economia, junto com os governadores de Estado, devem através de programas sociais como o bolsa familiar oferecer para a população brasileira cestas básicas completas mensalmente solicitando comprovante de renda das famílias que solicitarem e fortalecendo com uma fiscalização jurídica por parte do judiciario para que não tenha desvio de recursos para outros setores. Além disso, O ministério da economia, junto com o presidente, devem criar uma estratégia de redução de danos sociais eficiente para momentos de crise econômica visando não desamparar a sua população de média e baixa renda com reuniões entre os setores. Desta forma, com o auxílio do governo é possível ter um aumento na qualidade de vida da população brasileira.