A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 24/06/2021

A comida da merenda está indo para fora

É fato que uma boa alimentação é essencial para o nosso desenvolvimento, segundo a revista Ecológico, pessoas que tiveram uma boa nutrição desde a infância, se dedicam por mais tempo aos estudos e acabam por receber melhor que pessoas de condição social parecida que não tiveram boa nutrição na infância, por isso para combatermos a fome no Brasil, precisamos melhorar a distribuição alimentícia nas escolas e combatermos o desperdício e a fuga dos alimentos do país.

Na novela mexicana Chaves, acompanhamos um garoto que por problemas financeiros passa fome e não consegue bons resultados na escola, essa novela reflete na realidade de crianças não só na América Latina como principalmente na África, é por isso que as merendas nas escolas não só são de suma importância para o desenvolvimento dos jovens como também para melhorar o rendimento dos mesmos nos estudos, para isto no entanto, o acompanhamento de nutricionistas é também importante para desenvolver cardápios saudáveis. Outro fator que precisamos levar em conta é que, de acordo com a BBC, mesmo o Brasil sendo um dos maiores produtores de alimentos do mundo, boa parte do que se é produzido aqui acaba indo para o exterior devido ao mercado pouco favorável interno, e os brasileiros acabam por depender dos produtores familiares que consegue suprir apenas uma parte das demandas internas, e que além disso boa parte desses mesmos produtores que suprem parte da nossa demanda mal conseguem se alimentar.

Conclui-se que mesmo nos primeiros anos do governo Lula, o Brasil ter finalmente conseguido sair da lista de países que enfrentam a fome, após relaxar nas medidas, acabamos tendo que enfrentar o mesmo problema novamente, e para isso, assim como consta na Constituição Brasileira para garantir o direito a alimentação, é dever do governo de prover merendas com apoio de nutricionistas e tomar medidas severas contra o excesso de importações, além de beneficiar os produtores familiares.